hoje foi o inicio dos tratamentos e portanto … a história do Dom Casmurro continua assim:
Escobar vai visitar a família, em particular a mãe de Bento, e toda a família gosta dele. Quando ele se vai despedir, Bento vê que Capitu está à janela e começou a perguntar que é aquele que merece tamanho afecto. Enquanto decorre essa conversa, pela rua abaixo desce um dundy a cavalo, de bota de verniz e mão na cintura a olhar e a sorrir para Capitu.
Isto provoca uma cena de ciumes a Bento enorme que sai a correr e a meter-se dentro de casa. Já no quarto, Bento pondera se não devia mesmo ir para padre e com isso “castigar” Capitu, fazendo-a sofrer ao vê-lo nessa condição e sentindo-se desprezada
No dia seguinte Capitu, vai a casa dele, faz notada, mas ele não sai do quarto. Quando a volta a encontrar e lhe explica a razão desse ciúme, Capitu fica magoada e promete que não voltará à janela. Quando Bento diz que isso não faz nenhum sentido e que não quer que isso aconteça, Capitu concorda, mas diz que nesse caso a próxima vez ele não acreditar nela, todas as promessas serão quebradas
Bento partilha com Escobar que não quer ser padre, Escobar responde que também não quer ser padre porque vai ser comerciante. Sobre Capitu, Bento descreve-a como uma pessoa magnifica que ele tem de a conhecer, quando for lá a casa jantar
Capitu vai a casa de uma amiga que está doente e mais uma vez é ela que cuida da amiga. O ambiente é pesado, mas quando ele chega, tudo se transforma e em conjunto com o canapé da sala criam uma bolha de felicidade. Na despedida, o pai da amiga chama a atenção para o facto de Capitu já ser uma mulher, coisa que vem confirmar os sentimentos de Bento
No regresso a casa Bento é chamado para uma situação completamente diferente. Um rapaz amigo dele tinha morrido de lepra e o pai estava desolado. O ambiente contrasta em absoluto com o ambiente de alegria de onde vinha.
A relação com esse rapaz não era propriamente próxima. O pai deixava o rapaz ver a rua, uns 30 minutos por semana, e uma das vezes começaram a conversar sobre a Crimeia. Por sugestão do enfermo, começaram a trocar argumentos sobre esse conflito, mas enquanto o interesse do enfermo aumenta, o de Bento diminui no tempo.
Apesar do pai lhe ter pedido a ir ao funeral, Bento começa por pensar em não ir, mas depois muda de opinião para poder faltar ao seminário e para poder rever Capitu. A mãe não deixa e a prima Justina concorda, mas os argumentos são diferentes. A segunda quer tirar “lustre” ao enterro do amigo
Primo, prepara-te para um elogio: já li o Dom Casmurro há muito tempo, não me lembrava sequer de o ter lido, até começar a ler os teus resumos. Estes fizeram-me não só relembrar a história, mas também o seu tom e o seu ambiente, e reviver as minhas impressões de leitura. Claro que o mérito é do Machado de Assis, que escreveu tão bem que se torna inspirador, mas é também teu, que te deixas inspirar :-)!
Oi Meu menino…. Dom Casmurro é um bom livro, e você me trás a História de Bento e Capitu, novamente!!!!!
O dia amanheceu com sol e vento fresco, nosso inverno é assim… dentro do seu coração um novo dia!!! Que amanhece e vem com toda esperança ….Procure motivos para sorrir !!! lembra quando eu estava na tua casa , no jantar , o Dinís tinha 4 anos e eu cheia de conversa com ele… de repente ele olha para a Ana e diz” ó mãe, não sei falar francês!!!!!” te amooooooo
Gosto em particular do início… começaste o tratamento e portanto, contínua a história.
Se fosses normal, usavas este momento para te queixares. Como és diferente, não deixas entrar 1 mm de pieguice no teu texto
Parabéns e que grande lição!!
PRÁ FRENTE !!!!!
Abç
Força pedro!